Depois de um início pífio a Diretoria Alvinegra (nem sei mais se da FPSA ou se do FFC) decidiu reagir e anunciou duas boas notícias para o sofrido torcedor alvinegro: a primeira é a vinda do Marcelo Nicácio, artilheiro da Série B do ano passado junto com Elton e Rafael Coelho; a segunda é que acabou a farra do Titio Tuiteiro. Renê Weber, que Deus o tenha, não é mais técnico alvinegro. Aliás, quem falou pra esse iluminado que ele era técnico? Deve ser o mesmo que falou pro Marquinho e pro Ernani que eles eram craques.
Bom, deixemos os podres de lado e falemos dos prováveis nomes para assumir o Figueirense. Hélio dos Anjos vem sendo especulado com muita força. É um nome gabaritado, com um extenso currículo e vindo de um trabalho regular no Goiás, mas que sofreu com um início péssimo no Goianão deste ano e caiu. Diga-se de passagem, o ex-goleiro Hélio deixou o Goiás na lanterna do campeonato, fato que pode deixar o torcedor de cabelo em pé. Vale lembrar também que há alguns treinadores livres, esperando um time pra treinar, casos de Estevam Soares e, infelizmente, Mário Sérgio. Não duvido que este último seja ressucitado pela Diretoria Alvinegra, o que, para a grande maioria dos torcedores alvinegros com memória, seria um desastre.
Entre os nomes menos badalados, dois ganham espaço: Mauro Ovelha, da Chapecoense, e Gelson Silva, do Atlético Ibirama. Sou terminante e irredutívelmente contra o nome de ambos. Não que sejam de todo ruim, longe disso, mas são treinadores de clube pequeno. Uma coisa é treinar um clube com meia dúzia de torcedores e com um elenco reduzido que joga futebol para sobreviver, geralmente com uma folha salarial que não paga o salário do Wilson. Outra é treinar um clube com a maior torcida do Estado, passando por um turbilhão de mudanças internas, com jogadores rodados, um elenco inchado e, para o panorama catarinense, caro.
Precisamos de um nome de pulso. Um técnico que venha e imponha respeito, não só aos jogadores, mas também à Diretoria e aos torcedores. Um nome que passe confiança e espante um pouco a nuvem de crise que teima em pairar sobre o Gigante do Scarpellão, também conhecido como Monumental do Estreito. E, tanto Mauro Ovelha como Gelson Silva, no momento seriam apostas. Eu lhes digo, eu estou cansado de apostas. O Figueirense não é tubo de ensaio. Eu quero é realidade. Não precisamos de um técnico que saiba montar um time "roupa de quermesse", que joga bonitinho em casa e toma biaba toda vez que pega o "onx" sentido interior. Precisamos de um treinador experiente, com "know-how" atestado e carimbado pela história futebolística e que resgate a "alvinegrísse" necessária para este elenco dar a volta por cima. Porque nos daremos a volta por cima, nem que seja na marra e no grito da torcida.
Glossário do Bottós: Time Roupa de Quermesse: É aquele time que tem 11 jogadores que se entendem e jogam bonitinho, mas se um se machuca ou é suspenso a casa cai, porque não tem peça de reposição. Típico estilo de Chapecoense, Ibirama, Metropolitano, Joinville...
Onx: Veículo de transporte, geralmente pertencente ao Sistema Público de Transporte, que leva o manezinho da vila pro centro e vice-versa.
Know-How: Do Inglês, saber fazer! É jogar o jogo como se deve. Ter a manha. Dominar a mandinga. Fazer o "meia-lua pra frente, xis e bolinha".
Alvinegrisse: Sentimento intrínseco pertencente a todo torcedor alvinegro, que nos faz sair de casa numa quinta chuvosa pra assistir Figueirense x Ibirama e torcer por um gol do Douglas como titular do Figueirense. Seria, mais ou menos, como um Ki. Algo que nos permite realizar tais loucuras citadas. Coisa para homem com H.
Bom, deixemos os podres de lado e falemos dos prováveis nomes para assumir o Figueirense. Hélio dos Anjos vem sendo especulado com muita força. É um nome gabaritado, com um extenso currículo e vindo de um trabalho regular no Goiás, mas que sofreu com um início péssimo no Goianão deste ano e caiu. Diga-se de passagem, o ex-goleiro Hélio deixou o Goiás na lanterna do campeonato, fato que pode deixar o torcedor de cabelo em pé. Vale lembrar também que há alguns treinadores livres, esperando um time pra treinar, casos de Estevam Soares e, infelizmente, Mário Sérgio. Não duvido que este último seja ressucitado pela Diretoria Alvinegra, o que, para a grande maioria dos torcedores alvinegros com memória, seria um desastre.
Entre os nomes menos badalados, dois ganham espaço: Mauro Ovelha, da Chapecoense, e Gelson Silva, do Atlético Ibirama. Sou terminante e irredutívelmente contra o nome de ambos. Não que sejam de todo ruim, longe disso, mas são treinadores de clube pequeno. Uma coisa é treinar um clube com meia dúzia de torcedores e com um elenco reduzido que joga futebol para sobreviver, geralmente com uma folha salarial que não paga o salário do Wilson. Outra é treinar um clube com a maior torcida do Estado, passando por um turbilhão de mudanças internas, com jogadores rodados, um elenco inchado e, para o panorama catarinense, caro.
Precisamos de um nome de pulso. Um técnico que venha e imponha respeito, não só aos jogadores, mas também à Diretoria e aos torcedores. Um nome que passe confiança e espante um pouco a nuvem de crise que teima em pairar sobre o Gigante do Scarpellão, também conhecido como Monumental do Estreito. E, tanto Mauro Ovelha como Gelson Silva, no momento seriam apostas. Eu lhes digo, eu estou cansado de apostas. O Figueirense não é tubo de ensaio. Eu quero é realidade. Não precisamos de um técnico que saiba montar um time "roupa de quermesse", que joga bonitinho em casa e toma biaba toda vez que pega o "onx" sentido interior. Precisamos de um treinador experiente, com "know-how" atestado e carimbado pela história futebolística e que resgate a "alvinegrísse" necessária para este elenco dar a volta por cima. Porque nos daremos a volta por cima, nem que seja na marra e no grito da torcida.
Glossário do Bottós: Time Roupa de Quermesse: É aquele time que tem 11 jogadores que se entendem e jogam bonitinho, mas se um se machuca ou é suspenso a casa cai, porque não tem peça de reposição. Típico estilo de Chapecoense, Ibirama, Metropolitano, Joinville...
Onx: Veículo de transporte, geralmente pertencente ao Sistema Público de Transporte, que leva o manezinho da vila pro centro e vice-versa.
Know-How: Do Inglês, saber fazer! É jogar o jogo como se deve. Ter a manha. Dominar a mandinga. Fazer o "meia-lua pra frente, xis e bolinha".
Alvinegrisse: Sentimento intrínseco pertencente a todo torcedor alvinegro, que nos faz sair de casa numa quinta chuvosa pra assistir Figueirense x Ibirama e torcer por um gol do Douglas como titular do Figueirense. Seria, mais ou menos, como um Ki. Algo que nos permite realizar tais loucuras citadas. Coisa para homem com H.
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